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Secretário de Segurança sendo homenageado

 

 

Na manhã desta quarta-feira (18/05), a ABIH-RJ e Acir realizam, no Windsor Barra, a XV edição do Fórum de Segurança, que conta com a participação de hoteleiros, empresários e autoridades para discutir a questão da segurança na Barra da Tijuca.

 

Entre as autoridades presentes no XV Fórum de Segurança estão o Secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, e o Chefe da Polícia Civil, Delegado Fernando da Silva Veloso.

 

Durante o evento, o Secretário de Segurança falou sobre a segurança durante os jogos Olímpicos e a credibilidade da instituição junto à Interpol. “A cidade do Rio de Janeiro está totalmente preparada para as Olimpíadas. São 60 mil agentes de segurança totalmente treinados e preparados. A Interpol hoje tem o nosso protocolo de Segurança como referência para grandes eventos no mundo. É um trabalho que o Rio merece e que precisa ser divulgado”, declara Beltrame.

 

O encontro marca a apresentação da nova Associação Comunitária Bairro Seguro (ACBS), uma entidade civil, sem fins lucrativos, que abrange a região da 31º Área Integrada de Segurança Pública (AISP). Integram a iniciativa a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio de Janeiro – ABIH-RJ ; o Rio Convention & Visitors Bureau – Rio CVB; Barralerta; Acibarra; Acir Transoeste; Amar; CCBT; e o Conselho Comunitário de Segurança da 31º AISP.

 

Entre os principais objetivos da ACBS, está o monitoramento da Barra da Tijuca e Recreio que prevê, através de uma central de controle que interliga as principais câmeras de segurança da área, identificar os pontos frágeis e compartilhar as informações estratégicas com o poder público. O monitoramento ajudará a identificar o deslocamento das manchas criminais, como são chamadas as áreas com maior registro de ocorrências.

O monitoramento permitirá o apoio às atividades e ações do 31º BPM, 16ª e 42ª DPs, além do diálogo com autoridades do estado visando o reforço da efetividade do policiamento preventivo e ostensivo na região. O projeto de monitoramento é 100% custeado pela iniciativa privada.